
O resultado geral das Assembleias da categoria bancária nas bases da Fetec-CUT/PR (Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná), realizadas nos dias 3 e 4 de setembro, de forma virtual/remota, mostra a aprovação da CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) negociada entre o Comando Nacional e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e o ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) com o Banco do Brasil.
Somente na base do Sindicato de Umuarama houve a rejeição do ACT do BB, assim como o da Caixa, que também não foi aprovado nas Assembleias da maioria das bases, com pedido de reabertura das negociações, com exceção de Curitiba, onde a categoria deliberou pela deflagração de greve.
Veja abaixo o resultado geral das bases da Fetec-CUT/PR:
Apucarana: BB e Privados – aprovado
Caixa Rejeitado e pedido de negociação
Arapoti: BB e Privados – aprovado
Caixa Rejeitado e pedido de negociação
Campo Mourão: BB, Caixa e Privados Aprovado
Cornélio: BB e Privados aprovado
Caixa Rejeitado e pedido de Mesa
Londrina: BB e Privados aprovado
Caixa Rejeitado e Pedido de Mesa
Umuarama: Privados aprovado
BB e Caixa rejeitados e pedido de negociação em ambos.
Curitiba: BB e Privados aprovados
Caixa Rejeitado e Greve
Guarapuava: BB e Privados Aprovado
Caixa Rejeitado e pedido de negociação
Paranavaí: BB e Privados aprovado
Caixa Rejeitado e pedido de negociação
Toledo: BB e Privados aprovado
Caixa Rejeitado e pedido de Negociação
Segundo o presidente do Sindicato de Apucarana, Damião Rodrigues, o principal ponto da rejeição da proposta da Caixa é a falta de uma solução eficaz para a sustentabilidade do Saúde Caixa. “As contribuições estão muito pesadas e ao invés de resolver esse problema de uma vez por todas, a direção do banco apresentou uma proposta que não contempla essa demanda, desagradando os usuários”, avalia.
Damião afirma que surgiu um aceno da Caixa para a retomadas das negociações, o que poderá suspender a paralisação das atividades caso surjam avanços na proposta do plano de saúde e em relação a outros pontos da pauta de reivindicações.
Por Armando Duarte Jr.